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	<title>Bios - Centro de Medicina Reprodutiva</title>
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	<link>http://bios.med.br</link>
	<description>Clínica de Reprodução Humana em Fortaleza</description>
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		<title>Bios na III Breast Cancer Weekend</title>
		<link>http://bios.med.br/destaque-thumb/3-breast-cancer-weekend/</link>
		<comments>http://bios.med.br/destaque-thumb/3-breast-cancer-weekend/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 16:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano em sua 3ª edição o Breast Cancer Weekend trás o que há de mais moderno nos tratamento de combate ao câncer. A Clínica Bios está presente com o seguinte tema: Preservação da Fertilidade em Pacientes Oncológicos. Baixar o Folder  &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-649" title="breast-cancer-weekend" src="http://bios.med.br/wp-content/uploads/2012/03/breast-cancer-weekend.jpg" alt="" width="658" height="244" /></p>
<p>Este ano em sua 3ª edição o Breast Cancer Weekend trás o que há de mais moderno nos tratamento de combate ao câncer. A Clínica Bios está presente com o seguinte tema: <strong>Preservação da Fertilidade em Pacientes Oncológicos.<br />
<a title="Folder Preservação da Fertilidade em Pacientes Oncológicos" href="http://bios.med.br/wp-content/themes/bios/pdf/folder-cancer-weekend.pdf" target="_blank"> Baixar o Folder</a> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>testex</title>
		<link>http://bios.med.br/sem-categoria/testex/</link>
		<comments>http://bios.med.br/sem-categoria/testex/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 19:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[sdsdsdsd]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-592" title="img" src="http://bios.med.br/wp-content/uploads/2012/01/img-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />sdsdsdsd</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Após a Transferência Embrionária</title>
		<link>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/apos-a-tranasferencia-embrionaria/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 04:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas Frequentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando tempo os embriões podem permanecer congelados antes de serem utilizados? Ninguém sabe a resposta exata para esta questão. Há relatos de nascimentos de bebês saudáveis a partir de embriões congelados por mais de cinco anos. Após a transferência, todos os meus embriões excedentes serão congelados? Nem todos os embriões evoluem com divisões celulares normais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dl class="faqs">
<dt>Quando tempo os embriões podem permanecer congelados antes de serem utilizados?</dt>
<dd>
		<!-- DD conteudo --><br />
			Ninguém sabe a resposta exata para esta questão. Há relatos de nascimentos de bebês saudáveis a partir de embriões congelados por mais de cinco anos.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>Após a transferência, todos os meus embriões excedentes serão congelados?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
		Nem todos os embriões evoluem com divisões celulares normais. Se os embriões não se dividirem normalmente e degenerarem, eles serão descartados pelo laboratório, já que, inexoravelmente, morreriam espontaneamente. Os médicos e biólogos lhe comunicarão 2 ou 3 dias após a transferência o total de embriões que foram congelados. <strong>TODOS OS EMBRIÕES QUE PARECEREM NORMAIS SERÃO CONGELADOS</strong>. O congelamento de embriões humanos envolve questões éticas e legais que ainda não estão completamente resolvidas. Os casais que desejarem aderir ao programa de criopreservação embrionária devem conservar com seu médico assistente sobre os detalhes do processo, e os custos envolvidos. Em caso de duvidas, podemos lançar mão de consultas ao Conselho Regional ou Conselho Federal de Medicina, no sentido de respaldar as decisões tomadas pêlos casais e equipe médica.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>Quando poderei voltar às atividades normais, dirigir, caminhar, trabalhar, etc.?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	48 horas após a transferência você pode retornar suas atividades normais, exceto se você tiver um trabalho muito extenuante.<br />
	Neste último caso você deve conversar a respeito com seu médico.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>Quando poderá ter relações sexuais?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Você não deve ter relações sexuais até que seja realizado o teste de gravidez.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>Qual a melhor posição para ficar após a transferência?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Deitada relaxadamente numa cama reclinada ou numa cadeira.<br />
	Você pode deitar de costas ou de lado, de acordo com que seja mais confortável para você.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>A caminho de casa, devo ir também deitada?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Devido aos riscos de ser transportada sem cinto de segurança, nós recomendamos que você recline o banco da frente, se possível, e coloque seu cinto.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>Se eu morar longe, devo permanecer ao hotel por dois dias após a transferência embrionária?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Se você mora a mais de duas horas do centro de fertilização, seria mais prudente permanecer em algum local próximo, pelo menos na noite da transferência.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt> Quando posso tomar um banho?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	No mesmo dia da transferência, evite banhos quentes muito demorados.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt> Quando posso retomar exercícios físicos mais fortes?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --></p>
<p>		Somente após o seu teste de gravidez, e com consentimento de seu médico.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt> Quando os embriões serão colocados em meu útero?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --></p>
<p>	Geralmente ocorre entre 48-72 horas após coleta ovular. O momento da transferência será determinado pela equipe do BIOS. Nós damos preferência ao segundo dia, ou seja, dois dias após ter se realizado a punção.Os embriões que estiverem se desenvolvendo normalmente serão considerados para a transferência. O número de embriões transferidos dependerá do caso clínico do casal e será decidido conjuntamente entre este e a equipe médica.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>No dia da transferência dos embriões</title>
		<link>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/no-dia-da-transferencia-dos-embrioes/</link>
		<comments>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/no-dia-da-transferencia-dos-embrioes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 04:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas Frequentes]]></category>

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		<description><![CDATA[01. Eu preciso fazer jejum para a transferência ? Não, pode alimentar –se normalmente. Compareça a clínica na hora marcada pela secretária. Não use perfurmes, batons, cremes corporais, desodorantes, gloss, base, rímel etc. Apens tome um banho e vá para a clinica. 02. Preciso estar de bexiga cheia? Antes de entrar para o centro cirúrgico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dl class="faqs">
<dt>01. Eu preciso fazer jejum para a transferência ?</dt>
<dd>
		<!-- DD conteudo --><br />
			Não, pode alimentar –se normalmente. Compareça a clínica na hora marcada pela secretária. Não use perfurmes, batons, cremes corporais, desodorantes, gloss, base, rímel etc. Apens tome um banho e vá para a clinica.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>02. Preciso estar de bexiga cheia?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
		Antes de entrar para o centro cirúrgico, esvazie a bexiga e tome quatro copos de água.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>03. A transferência é dolorosa?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Não, é um pouco incomoda. Você não deve fazer nenhum movimento durante a tranferencia pois isto pode prejudicar os embriões.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>04. Quando poderei ir embora da clinica ?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Em geral uma hora após a transferencia.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>05. Preciso fazer repouso em minha casa?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Sim, por 48 horas.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Após a Coleta dos Óvulos</title>
		<link>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/apos-a-coleta-dos-ovulos/</link>
		<comments>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/apos-a-coleta-dos-ovulos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 04:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas Frequentes]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Todos os óvulos coletados fertilizarão? Os óvulos e espermatozóides serão colocados juntos dentro de um meio de cultura especial e guardamos em incubadora no nosso laboratório. Este processo é chamado inseminação. Os óvulos serão examinados 16-20 horas após a inseminação para sinais de fertilização. Se esta ocorre, os óvulos fertilizados são agora chamados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dl class="faqs">
<dt>1. Todos os óvulos coletados fertilizarão?</dt>
<dd>
		<!-- DD conteudo --><br />
			Os óvulos e espermatozóides serão colocados juntos dentro de um meio de cultura especial e guardamos em incubadora no nosso laboratório.<br />
			Este processo é chamado inseminação. Os óvulos serão examinados 16-20 horas após a inseminação para sinais de fertilização.<br />
			Se esta ocorre, os óvulos fertilizados são agora chamados de zigotos.<br />
			Quando se dividem para pelo menos duas células, são chamados embriões.<br />
			Não há absoluta de que irá ocorrer fertilização Nossa taxa de fertilização é de 60% a 70%.<br />
			Algumas pacientes têm uma taxa de fertilização ainda maior, e ocasionalmente umas poucas pacientes infelizmente não conseguirão fertilização de nenhum óvulo. 			Então quando coletamos 10 ovulos, esperamos que 6 a 7 ovulos fertilizem.<br />
			Taxas de feritilização menores acontecem quando o sêmem é proveniente do testículo ou epidídimo, quando a paciente tem idade maior de 40 anos,<br />
			quando o semem tem uma qualiodade muito ruim, mesmo que seja do ejaculado etc.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>2. Quando ocorre o congelamento de embriões?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
		Objetivo do programa de criopreservção é oferecer aos casais uma otimização na possibilidade de obtenção de gravidez a partir de um ciclo de estimulação ovariana.<br />
		No final de um ciclo de FIV-TE existem geralmente múltiplos embriões disponíveis para a transferência.<br />
		Sabe-se que a transferência de mais de quadro embriões leva a risco significativo de gravidez múltipla, sem aumento proporcional na taxa total de gravidez.<br />
		A vantagem da criopreservação é levar a um aumento na chance de gravidez sem a necessidade de múltiplos ciclos de estimulação ovariana e coleta de óvulos.<br />
		O congelamento de embriões humanos envolve questões éticas e legais que ainda não estão completamente resolvidas.<br />
		Os casais que desejarem aderir ao programa de criopreservação embrionária devem conservar com seu médico assistente sobre os detalhes do processo,<br />
		e os custos envolvidos.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre a coleta dos óvulos</title>
		<link>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/sobre-a-coleta-dos-ovulos/</link>
		<comments>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/sobre-a-coleta-dos-ovulos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 04:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas Frequentes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost/bioswp/?p=458</guid>
		<description><![CDATA[1. Quanto tempo dura a coleta? Dependendo do número de folículos presentes, o tempo pode variar de 15 a 20 minutos. Você deve estar presente ao centro de FIV com no 30 minutos de antecedência. 2. A coleta é um procedimento indolor? É realizada através de punção ovariana com agulha guiada por ultrassonografia transvaginal. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dl class="faqs">
<dt>1. Quanto tempo dura a coleta?</dt>
<dd>
		<!-- DD conteudo --><br />
			Dependendo do número de folículos presentes, o tempo pode variar de 15 a 20 minutos. Você deve estar presente ao centro de FIV com no 30 minutos de antecedência.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>2. A coleta é um procedimento indolor?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
		É realizada através de punção ovariana com agulha guiada por ultrassonografia transvaginal. A paciente é submetida a uma sedação anestésica. Então um espéculo é posicionado na vagina e ambos, vagina e colo uterino, são lavados com soro fisiológico. Os folículos são penetrados pela agulha sob visão ultrassonográfica, e aplica-se leve sucção para drenar o líquido folicular. Este líquido é examinado via microscopia pelo biólogo que informará aos médicos da equipe sobre a presença de óvulos. A duração total do procedimento é influenciada pelo número total de folículos, sendo em média de 15 a 20 minutos. Por ser realizada sob sedação anestésica, a coleta de óvulos é completamente indolor para o paciente.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>3. Como me sentirei após a coleta?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
		Geralmente as pacientes se queixam de sonolência, pelo efeito anestésico residual. Eventualmente pode haver certo desconforto abdominal. O retorno às atividades dependerá do conforto e disposição de cada paciente individualmente. Normalmente, orientamos que no dia da coleta você fique em repouso e no dia seguinte pode exercer suas atividades , mas de forma leve.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>4. Quando o meu parceiro irá fazer a coleta da amostra do sêmen?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	No dia da coleta de óvulos, os embriologistas irão informar ao seu marido o momento certo para a coleta do sêmen.<br />
	Em nossa clínica dispomos de quartos reservados e adequados para o procedimento.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>5. Todo folículo contém um óvulo?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Não. Na verdade, algumas vezes em que o estradiol está muito alto é difícil ver todos os folículos, de tal maneira que podemos obter mais óvulos na coleta do que o número de folículos vistos ao ultra-som. Infelizmente, quando o estradiol está baixo e apenas um ou dois folículos estão presentes ao ultra-som, pode não haver óvulos nos folículos. Isto é chamado síndrome do folículo vazio. Nós lhe avisaremos previamente à coleta se há um pequeno número de folículos presentes ao ultra-som no dia da administração do hCG. Em geral, a eficiência da punção ovariana é de 60 a 70/5, ou seja, se tivermos 10 foliculos acima de 16 mm, esperamos em torno de 6 a 7 óvulos.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>6. Existem riscos na punção?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	O risco é mínimo, mas o ovário por ser perfurado pode ficar sangrando mesmo após a punção ter acabado e em raros casos temos que fazer uma laparoscopia para parar este sangramento. Isto ocorre em menos de 1% dos casos.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>7. Eu preciso fazer jejum antes da coleta?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Sim, é fundamental que você faça jejum de pelo menos 8 horas. Não pode ingerir líquidos nem sólidos.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>8. Como deverei ir para a coleta dos óvulos?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Você entrara em um ambiente de extrema pureza, então você não pode ir com nenhum contaminantes como perfumes, desodorantes, cremes corporais, hímel, gloss, batons, delineador, base etc. Não leve nenhum objeto de valor. Vá em jejum!<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Antes da coleta do óvulo</title>
		<link>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/antes-da-coleta-do-ovulo/</link>
		<comments>http://bios.med.br/duvidas-frequantes/antes-da-coleta-do-ovulo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 04:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas Frequentes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost/bioswp/?p=453</guid>
		<description><![CDATA[Conheça as dúvidas mais frequentes antes da coleta do óvulo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dl class="faqs">
<dt>1. Que exames iniciais são requeridos para mim e meu conjugue?</dt>
<dd>
		<!-- DD conteudo --><br />
			</strong></p>
<p>			Consulte o protocolo de FIV da BIOS para a lista de todos os exames necessários. <br />
			Todas os casais que fazem uma FIV, incluindo seus parceiros são orientados a fazerem obrigatoriamente as seguintes sorologias:</p>
<p>	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	Sorologia para HIV 1 e 2<br />
	HbsAg<br />
	Anti-HBS<br />
	Sorologia para HCV<br />
	VDRL</p>
<p>	<strong></strong><br />
	<strong></strong><br />
	Estes exames sorológicos são obrigatórios e sua positividade exclui temporariamente a paciente do programa até que eles façam uma consulta com um infectologista. Todos estes exames são solicitados com no máximo três meses antes do tratamento. Tais exames devem ficar no arquivo da clínica por um período de pelo menos 5 anos. As pacientes que fizerem IIU também passam por estas sorologias. Outras sorologias são orientadas a serem realizadas mas não são obrigatórias, são elas:<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	Sorologia para HTLV 1 e 2<br />
	Sorologia para rubéola<br />
	Sorologia para D. Chagas<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	A citologia cervical deve ser solicitada caso a paciente não tenha realizado a última há pelo menos dois anos. Não realizamos rotineiramente “swab” cervical para clamídia ou gonococo; sistematicamente fazemos 1g de azitromicina no inicio da indução da ovulação para o casal.<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	O casal é orientado a drasticamente reduzir ou preferencialmente abolir o uso de cigarros e/ou bebidas alcoólicas durante e tratamento e preferencialmente até 70 dias prévios, que é o tempo que dura a espermatogênese.<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	Orientamos todas as pacientes a iniciarem o uso diário de 5 mg de ácido fólico desde o início dos exames, motivado pela diminuição na freqüência de defeitos do tubo neural.<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	A análise do fator uterino é feita por um exame endoscópico da cavidade endometrial, realizado de forma ambulatorial, na fase proliferativa do ciclo menstrual. Achados como miomas submucosos T0 e T1, pólipos endometriais e cervicais, sinéquias, septos indicam um tratamento cirúrgico prévio ao ciclo de FIV. O achado característico de endometrite crônica nos impele a um tratamento de 200mg de doxiciclina por 14 dias para o casal antes do tratamento. A realização da vídeo histeroscopia é portanto mandatória antes da terapia<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	O fator imunológico não é pesquisado de forma rotineira em casal que fará a primeira tentativa de fertilização “in vitro” no nosso centro. Abrimos uma pespectiva com eles se estivermos diante de uma infertilidade sem causa aparente, mas não colocamos como indispensável ao início da terapia. Em duas situações solicitamos estes exames:<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong><br />
	- Falhas repetidas em FIV, principalmente se 1 ou 2 embriões de boa qualidade foram tranferidos.<br />
	- Perdas gravídicas de repetição – dois abortamentos espontâneos<br />
	- Pacientes com mau passado obstétrico: DHEG grave antes de 34o semana, descolamento placentário, baixo peso ao nascimento, “HELLP SYNDROME” e óbitos fetais imotivados.<br />
	<strong></strong><br />
	<strong></strong></p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>2. Moro longe da Clínica BIOS, eu posso ter meus exames iniciais realizados no consultório do meu médico?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
		Nós preferimos que você os realize todos os exames no nosso centro, aqui você encontrará equipamentos modernos e pessoal especializado,<br />
		mas outras opções podem ser feitas se necessário.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>3. É necessário que o homem congele uma amostra de sêmen, e isto pode ser feito juntamente com a análise inicial e culturas de sêmen?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Nós não recomendamos que uma amostra de sêmen seja congelado antes da coleta dos óvulos.<br />
	Mas em situações em que o homem necessite viajar, situações especias em que exista uma concentração muito baixa de esoermatozoides ou se o espermatozóide for conseguido do epidídimo e/ou testículo seria muito prudente um congelamento prévio.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>4. Se eu tenho uma histerossalpingografia (raio-x do útero e trompas) já realizada, preciso repeti-la?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Não, a menos que tenha sido realizada muitos anos antes ou você tenha sido submetida a cirúrgia pélvica após sua primeira histerossalpingografia.<br />
	Nós devemos rever os filmes do exame.<br />
	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>5. Como saber que médico que escolhi fará minha coleta de óvulos e a transferência dos meus embriões?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Os médicos constituintes do BIOS trabalham harmoniosamente e em equipe e portanto todos os procedimentos são realizados em conjunto por todos os médicos,<br />
	no sentido da melhor assistência possível para a paciente.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>6. Como saberei que medicações tomar e quando?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Durante a consulta com o seu médico, ele discutirá com você o melhor protocolo medicamentoso de estimulação.<br />
	As prescrições e instruções acerca do uso das medicações serão detalhadas para você.<br />
	O médico explicará todos os passos de uso destes medicamentos.<br />
	Uma técnica em enfermagem estará disponível para você para a aplicação dos remédios.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>7. Que devo fazer se meu primeiro dia do ciclo ocorrer à noite ou fins-de-semana?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	Você deve contatar seu médico assistente, ou outro médico da equipe através do telefone celular , para receber as devidas orientações.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
<dl class="faqs">
<dt>8. Eu não sei como tomar as medicações injetáveis. Que devo fazer?</dt>
<dd>
	<!-- DD conteudo --><br />
	O médico explicará todos os passos de uso destes medicamentos. Uma técnica em enfermagem estará disponível para você para a aplicação dos remédios.</p>
<p>	<!-- DD conteudo -->
	</dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Obtenção Cirúrgica de Espermatozóide (PESA, MESA, TESA, TESE)</title>
		<link>http://bios.med.br/tratamentos/obtencao-cirurgica-de-espermatozoide-pesa-mesa-tesa-tese/</link>
		<comments>http://bios.med.br/tratamentos/obtencao-cirurgica-de-espermatozoide-pesa-mesa-tesa-tese/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 22:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das causas de infertilidade conjugal é azoospermia (ausênsia total de espermatozóide no ejaculado). Aproximadamente 15% a 20% dos homens inférteis e 1% a 2% de todos os homens têm azoospermia. As azoospermias podem ser divididas em excretoras (obstrutivas) ou secretoras (não-obstrutivas). A azoospermia excretora se caracteriza por processos obstrutivos das vias de drenagem do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das causas de infertilidade conjugal é azoospermia (ausênsia total de espermatozóide no ejaculado). Aproximadamente 15% a 20% dos homens inférteis e 1% a 2% de todos os homens têm azoospermia.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>As azoospermias podem ser divididas em excretoras (obstrutivas) ou secretoras (não-obstrutivas). A azoospermia excretora se caracteriza por processos obstrutivos das vias de drenagem do fluido testicular.Esses processos podem ser congênitos ou adquiridos. Os congênitos são devidos as anomalias do desenvolvimento embrionário,como as agenesias do canal deferente e vesículas seminais, e as aplasias, em que ocorre o desenvolvimento incompleto do órgão.Os processos adquiridos acontecem principalmente por traumas, infecções e cirurgias (vasectomia, hidrocelectomia e herniorrafia inguinal).<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>A azoospermia secretora se caracteriza por processos que causam falência na produção espermática pelos testículos. Essa falência testicular pode ser primária, quando causada por processos intrínsecos, ou secundária, quando decorre de alterações externas aos testículos (endócrinas).<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Quando estas patologias não são passíveis de tratamento cirúrgico ou clínico está indicado a ICSI ( Injeção intra-citoplasmática do espermatozóide) com obtenção de espermatozóide por meio de algumas técnicas cirúrgicas. (MESA,PESA,TESE ou TESA).<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>PESA: Aspiração percutânea de espermatozóides do epidídimo</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>· Bloqueio anestésico do cordão espermático.<br />
· Apreender a cabeça do epidídimo com os dedos polegar e indicador.<br />
· Puncionar o epidídimo com seringa de 1ml e agulha 27G contendo meio de cultura tamponado.<br />
· Examinar o material obtido em microscópio.<br />
· Os espermatozóides obtidos da cabeça do epidídimo são mais numerosos e de melhor qualidade.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>VANTAGENS:</strong><br />
1. Anestesia local.<br />
2. Menor custol.<br />
3. Menor trauma.</p>
<p><strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>DESVANTAGENS:</strong><br />
1. Menor número de espermatozóides, reduzindo a possibilidade de criopreservação.<br />
2. Possível lesão do epidídimo impossibilitando recanalização futura.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>MESA: Aspiração microcirúrgica de espermatozóides do epidídimo</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>· Paciente sob anestesia regional ( peridural ou raquidiana).<br />
· Incisão escrotal com exposição do epidídimo.<br />
· Identificação do túbulo dilatado.<br />
· Microincisão no túbulo e aspiração do flúido com micropipeta.<br />
· Examinar o material no microscópio.<br />
· Fechamento do túbulo com técnica microcirúrgica com fio de nylon 10-0.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>VANTAGENS:<br />
</strong>1. Obtenção de maior número de espermatozóides;<br />
2. Não contaminação por hemácias.</p>
<p><strong>DESVANTAGENS:</strong><br />
1. Anestesia regional;<br />
2. Custos( uso de centro cirúrgico,microscópio e fio 10-0);<br />
3. Fibrose local que dificulta novos procedimentos.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>TESA: Aspiração percutãnea de espermatozóides do testículo.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>· Bloqueio anestésico do cordão espermático.<br />
· Fixação do testículo entre os dedos polegar e indicador.<br />
· Anestesia da pele no local da punção.<br />
· Aspirar o testículo com agulha 40 x 12 e seringa de 20 ml contendo meio de cultura tamponado.<br />
· Movimento de vaivém em várias direções.<br />
· Processamento do material do mesmo modo descrito para a TESE.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>VANTAGENS:</strong><br />
1. menor custo (fora do centro cirúrgico );<br />
2. menor trauma e morbidade.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>DESVANTAGENS:</strong><br />
1. nem sempre se obtém material.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>TESE: obtenção de espermatozóides por biópsia testicular</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong><br />
· Bloqueio anestésico do cordão espermático.<br />
· Biópsia de testículo aberta clássica ou percutânea com agulha tipo “tru-cut”.<br />
· O fragmento é colocado em meio de culturatamponado.<br />
· Os túbulos seminíferos são separados e incisados com bisturi ou tesoura para liberação dos espermatozóides. O procedimento é realizado com auxílio de microscópio ou lupa.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>VANTAGENS:</strong><br />
1. Obtenção segura de fragmento testicular;<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>DESVANTAGENS:</strong><br />
1. Custos ( uso de centro cirúrgico em caso de biópsia aberta).<br />
2. Maior trauma cirúrgico em caso de biópsia aberta.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Busca do Óvulo Perfeito</title>
		<link>http://bios.med.br/tratamentos/a-busca-do-ovulo-perfeito/</link>
		<comments>http://bios.med.br/tratamentos/a-busca-do-ovulo-perfeito/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 22:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[A garantia do óvulo perfeito, e o guardião da fertilização perfeita. Assim funciona o ICSI GUARD. Ele garante que as divisões iniciais do óvulo e dos blastômeros (células do embrião) ocorram de maneira indefectível. As divisões celulares &#8211; chamadas mitoses &#8211; são a base de toda a vida. Imagine que de uma única célula inicial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A garantia do óvulo perfeito, e o guardião da fertilização perfeita. Assim funciona o ICSI GUARD. Ele garante que as divisões iniciais do óvulo e dos blastômeros (células do embrião) ocorram de maneira indefectível.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>As divisões celulares</strong> &#8211; chamadas mitoses &#8211; são a base de toda a vida. Imagine que de uma única célula inicial, que é a célula ovo ou zigoto, fruto da união entre o material genético do óvulo e do espermatozóide, desenvolvem-se todas as células do corpo humano. Isto mesmo, de uma única célula, que se divide em duas, e aquelas duas se dividirão em otras duas e assim sucessivamente. O embrião vai crescendo,e a partir de certo ponto as células vão se diferenciando (formando diferentes tipos de tecidos e células especializadas), mas sempre se dividindo. Então o embrião se tranforma em feto, sempre com milhares, milhões de divisões celulares, até que em nove meses personifica-se o milagre da vida com o nascimento de mais um bebê. De uma única célula inicial agora formaram-se bilhões de células dos mais diferentes tipos e funções. Não é impressionante !!!<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Já deu para notar que as divisões celulares são indispensáveis para a vida, principalmente as primeiras divisões do zigoto e do embrião, porque a partir daí é que se formarão todas as demais. No entanto, as divisões celulares são processos extremamente complexos pois a célula deve multiplicar seus cromossomos e depois dividi-los igualmente entre as duas novas células que se formarão. Qualquer pequeno erro que exista na divisão destes cromossomos implica em células geneticamente anormais, com alterações na quantidade de cromossomos e/ou genes. Estas anormalidades são geralmente incompatíveis com a vida e se ocorrem nas primeiras divisões do óvulo ou do zigoto acarretam morte embrionária, que vai se traduzir clinicamente como falha de gravidez na fertilização in-vitro ou aborto precoce, ou ainda se compatíveis com a vida podem causar nascimentos de bebês com anormalidades genéticas.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Para coordenar esta divisão exata dos cromossomos e sua migração para as novas células, existe no interior das células uma estrutura de proteína que forma uma rede de microtúbulos, os quais vão guiar os cromossomos na divisão: é o SPINDLE. A integridade do SPINDLE portanto é fundamental para a correta divisão celular. Qualquer alteração bioquímica ou mecânica do Spindle pode causar falha no tratamento de fertilização assistida ou alterações genéticas.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Na <a href="../fiv/" title="Fertilização in Vitro – FIV">fertilização in-vitro</a> com <a href="../icsi/" title="ICSI">ICSI</a> ( injeção intra-citoplasmática de espermatozóides) pode haver comprometimento do spindle de duas maneiras. A primeira quando ocorrem variações, mesmo que pequenas, de temperatura ou pH nos meios de cultura dos óvulos ou embriões, pois a estrutura do spindle é muito sensível a estas variações. A segunda possibilidade é mecânica: no momento da injeção do espermatozóide no interior do óvulo, a agulha de ICSI pode lesar irreversivelmente o spindle, já que o mesmo não é visível ao microscópio eletrônico comum. Os laboratórios de ponta em fertilização in-vitro devem buscar a todo custo evitar qualquer destas situações.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Contamos com sistemas de controle de qualidade laboratorial que nos permitem trabalhar com óvulos e embriões respeitando a mais absoluta simulação do ambiente in-vivo. Nossa salas são classificadas, com altíssimo índice de pureza ambiental, minimizando qualquer contaminação por particulados ou compostos voláteis. Nossas placas e aquecedores são constantemente aferidos para garantir trabalho na faixa fisiológica estrita de temperatura : 36,8 a 37,0 º celsius. A checagem do pH das nossa placas de cultivo embrionário são realizadas várias vezes ao dia para mantê-lo sempre na faixa biológica normal- em torno de 7,3 &#8211; através de ajustes na concentração de CO2 e temperatura das incubadoras.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Além de tudo isso a BIOS conta com o ICSI GUARD, sendo a terceira clínica no Brasil e uma das primeiras na América Latina a incorporar tal tecnologia. O ICSI GUARD permite a visualização, com absoluta clareza, do SPINDLE no interior do óvulo . Desta maneira, no momento da ICSI, não há qualquer posssibilidade de lesão da estrutura pela agulha de injeção. O embriologista sabe exatamente em que região do óvulo deve penetrar para evitar qualquer trauma ao seu material genético e ao orientador biológico dos cromossomos na divisão celular &#8211; o spindle.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Mais uma vez a Clínica BIOS reforça seu compromisso absoluto com a VIDA.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Imunologia da Infertilidade</title>
		<link>http://bios.med.br/tratamentos/imunologia-da-infertilidade/</link>
		<comments>http://bios.med.br/tratamentos/imunologia-da-infertilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 22:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que Imunologia tem a ver com Infertilidade? Antes de tudo, precisamos esclarecer o que é e para que serve nosso sistema imune. O sistema imune é o principal mecanismo de defesa do nosso corpo contra agentes externos, ou seja, que não fazem parte do organismo. Sendo assim, existem células especializadas do sistema imune que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que Imunologia tem a ver com Infertilidade?</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Antes de tudo, precisamos esclarecer o que é e para que serve nosso sistema imune. O sistema imune é o principal mecanismo de defesa do nosso corpo contra agentes externos, ou seja, que não fazem parte do organismo. Sendo assim, existem células especializadas do sistema imune que atacam agentes agressores, o que pode ocorrer tanto de forma direta, ou pela produção de substâncias, como os anticorpos e as citocinas, que são mediadores químicos fundamentais na organização e no equilíbrio de todo o processo de defesa. Além de defender o corpo contra agentes externos infecciosos, tais como vírus e bactérias, o sistema imune tem uma importante função de vigilância em relação à presença de células estranhas. Estas células &#8220;estranhas&#8221;, reconhecidas como &#8220;não próprias&#8221; do nosso organismo podem ser tanto células de órgãos transplantados (daí o risco de rejeição e a necessidade de medicamentos imunossupressores em pessoas que recebem algum tipo de transplante) como células do nosso próprio corpo que sofrem modificações e podem originar um câncer. É papel do sistema imune destruir estas células logo no início e evitar que o câncer se desenvolva. O processo costuma ser tão eficaz que nem mesmo tomamos conhecimento de que isto acontece constantemente.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>O sistema imune e a gestação</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Agora que entendemos as funções básicas do sistema imune, precisamos parar um pouco para refletir sobre o que acontece num momento muito especial da vida da mulher: a gestação. Já sabemos que o sistema imune está sempre &#8220;de prontidão&#8221; para atacar e destruir tudo o que não faz parte do nosso organismo, ou seja, que tem características estranhas a ele. Assim, é natural a pergunta: o que acontece quando um novo ser, que tem metade de sua carga genética compatível com o organismo do pai, começa a se desenvolver dentro do útero materno? Por muito tempo, acreditou-se que o ambiente uterino servia como uma barreira de proteção para que o sistema imune não reconhecesse o feto como &#8220;estranho&#8221; e, assim, não o destruísse. Hoje, já se sabe que não só este reconhecimento ocorre como é necessário para um desenvolvimento saudável da gestação.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>ALOimunidade</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Acredita-se que, para que uma gestação seja bem sucedida, deve haver pouca compatibilidade genética entre a mãe e o feto. Todos provavelmente já ouviram dizer que o risco de malformações e de doenças genéticas é maior quando existe parentesco entre o homem e a mulher. Isto ocorre principalmente porque a consangüinidade aumenta a chance de que um gene recessivo se expresse, caso seja portado pelos dois membros do casal. Desta forma, a diversidade genética é o caminho encontrado pela natureza para que a reprodução da espécie seja bem sucedida. Acredita-se que o sistema imune materno possua mecanismos para reconhecimento de um feto com carga genética diferente e, com isso, consiga protegê-lo contra a destruição. Haveria, assim, a produção dos chamados anticorpos bloqueadores que protegeriam o embrião recém-implantado no útero. Este tipo de resposta recebe o nome de aloimunidade.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Quando não existe grande variabilidade genética, por outro lado, entre o homem e a mulher, mesmo que eles não sejam parentes, tais anticorpos não são produzidos, deixando o embrião susceptível ao ataque do sistema imune. Este seria o mecanismo para evitar que fetos geneticamente semelhantes fossem gerados. Entretanto, mesmo quando não existe parentesco entre o casal, muitas vezes o sistema imune materno interpreta o embrião como semelhante porque avalia apenas moléculas (do sistema HLA) da membrana das células. Quando existe um certo grau de semelhança entre o HLA materno e paterno, tais anticorpos bloqueadores não serão produzidos. Isto não significa que existe grande compatibilidade genética entre o casal e que o risco de feto com malformação é maior. Mas o embrião terá chances maiores de ser destruído pelo sistema imune da mãe e o quadro clínico em tais casos poderá ser o de abortamento de repetição. É para tais casos que costumamos indicar um tratamento imunológico baseado na utilização de vacinas produzidas com linfócitos presentes no sangue do pai, que são injetados no organismo da mãe com o intuito de estimular, por uma via diferente, a produção de anticorpos contra o HLA paterno, que poderão, assim, ter o efeito protetor numa gravidez subseqüente.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Esta é a teoria que justifica o tratamento de imunização com linfócitos paternos (ILP) para casos de abortamentos de repetição de causa aloimune. A avaliação da presença de tais anticorpos é feita com um exame denominado Cross-Match (realizado por Citometria de Fluxo Quantitativa), que pesquisa a existência de anticorpos contra linfócitos paternos no sangue da mãe. Os resultados dos exames de Cross-Match são usados para indicar o tratamento e para monitorizar a resposta materna à aplicação das vacinas (ILP).<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Produção de citocinas</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Como já foi explicado, citocinas são mediadores químicos produzidos por células e que são fundamentais para um funcionamento adequado do sistema imune. Existem dezenas de tipos de citocinas diferentes, sendo que cada uma pode desempenhar diferentes funções. Acredita-se que para que uma gravidez seja bem sucedida, a resposta imune predominante deve ser a de produção das chamadas citocinas Th2 (que levam a uma resposta imune principalmente humoral, ou seja, baseada na produção de anticorpos).<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>O prognóstico da gestação pode não ser favorável se o tipo predominante de resposta for a Th1, que estimula mais a ação direta das células (resposta celular) em relação à resposta Th2. Assim, casos de infertilidade podem se dever a um desbalanço do equilíbrio Th1/Th2. Neste aspecto, acredita-se que as vacinas com linfócitos paternos, além do mecanismo de aloimunidade já explicado, também possam funcionar através do direcionamento do sistema imune materno para uma resposta predominantemente Th2. Tal efeito também pode ser obtido pela administração de imunoglobulina endovenosa.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>AUTOimunidade</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Embora o sistema imune de uma pessoa seja &#8220;adestrado&#8221; a reconhecer substancias estranhas a ele (ditas &#8220;não-próprias&#8221;), este mecanismo pode não ser perfeito. Algumas vezes, componentes próprios do organismo podem ser reconhecidos, levando à produção de auto-anticorpos. Estes auto-anticorpos podem levar a quadros de inflamação e de aumento da formação de coágulos no sangue, o que também pode levar a quadros clínicos de abortamentos de repetição e, possivelmente, de falhas da implantação do embrião (esterilidade sem causa aparente e falhas repetidas em ciclos de <a title="Fertilização in Vitro – FIV" href="../fiv/">fertilização in vitro</a>, por exemplo).<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>É importante que fique claro que o fato de conseguirmos detectar os chamados auto-anticorpos em exames como dosagem de fator anti-núcleo (FAN) e anticorpos anti-fosfolípides não significa que a mulher é portadora de alguma doença auto-imune, como lupus e esclerodermia, entre outras. Pode haver apenas um leve desequilíbrio do sistema imune, cuja única manifestação clínica seja a dificuldade para engravidar e/ou manter a gestação até o final. Tais casos costumam responder bem ao tratamento indicado.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>O fato anti-núcleo (FAN)</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Os anticorpos anti-nucleares costumam indicar distúrbios auto-imunes. A doença auto-imune que mais se associa a sua presença é o lupus eritematoso sistêmico. A presença de um FAN positivo, importante frisar este ponto, não indica obrigatoriamente que a pessoa tem ou desenvolverá o lupus. Pode indicar apenas alguma atividade auto-imune que não causa nenhum problema fora do período gestacional, mas que pode levar a fenômenos inflamatórios deletérios em uma placenta em formação. A pesquisa de tais anticorpos, portanto, se faz obrigatória em casos de infertilidade. Quando presentes, a terapia com a utilização de medicações com ação anti-inflamatória (corticoesteróides) costuma dar bons resultados.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Células NK</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>A sigla NK vem do inglês &#8220;natural killer&#8221;. As células NK são células de defesa do sistema imune que tem a função de reconhecer células estranhas ao organismo, células infectadas por vírus ou com algum tipo de alteração que possa levar ao surgimento de um câncer (participam ativamente do mecanismo de vigilância imunológica). Atuam prontamente, destruindo diretamente a células alterada pela injeção de substâncias que levam à destruição de sua membrana.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Existe uma grande quantidade de células NK no endométrio e um equilíbrio adequado de sua função é fundamental no processo de aceitação ou não de um embrião. Vários estudos já mostraram que quando a quantidade de células NK ativadas é aumentada, aumenta o risco de que elas venham a atacar o embrião, levando a quadros de abortamento. Nestas situações, o tratamento imunológico baseia-se na utilização de imunoglobulina endovenosa e tem o objetivo de regular a ativação e o número de células NK, evitando a destruição do embrião. Estudos recentes mostraram que o próprio embrião, ainda, participa do processo de regulação da atividade NK, por meio da expressão, na membrana de suas células, de uma molécula denominada HLA-G, que tem ação inativadora sobre as células NK.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Anticorpos anti-tiróide</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Os anticorpos anti-tiróide, até onde se sabe, não têm uma participação direta na evolução da gravidez. Servem apenas como marcadores de algum distúrbio imunológico, já que fazem parte do grupo de auto-anticorpos. Alguns estudos já mostraram pior prognóstico da gestação quando eles estavam presentes, mas o mecanismo por trás desta observação permanece desconhecido. A detecção de anticorpos anti-tiróide, ainda, torna obrigatória a investigação da função da glândula tiróide, já que se sabe que um mau funcionamento da mesma afeta todo o metabolismo corpóreo, que, quando alterado, pode ter repercussões indesejadas sobre a gravidez.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Anticorpos anti-fosfolípides</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Fosfolípides são componentes normais das membranas de nossas células. Existem vários tipos de fosfolípides: cardiolipina, fosfatidil-serina, fosfatidil-inositol, ácido fosfatídico, fosfatidil-etanolamina, etc. Anticorpos anti-fosfolípides, assim, fazem parte do grupo de auto-anticorpos. Quando presentes em títulos altos, podem levar a lesões do endotélio, que é o tecido epitelial de revestimento dos vasos sanguineos, e, como conseqüência, levar a formação de coágulos dentro dos mesmos (recebendo o nome de trombos).<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>É fácil entender que a presença de micro-trombos em uma placenta em formação é altamente prejudicial, levando a áreas de infartos e impedindo as trocas materno-fetais, resultando freqüentemente em abortamento. Alguns tipos de anticorpos anti-fosfolípides, como o anti-fosfatidil-serina, podem levar ainda ao ataque direto do tecido embrionário no início da gestação, também resultando em perda da gravidez. Para tais casos, o tratamento adequado com medicações anti-coagulantes, como a heparina de baixo peso molecular, costuma ter ótimos resultados em termo de sucesso da gravidez.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Trombofilias hereditárias</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Algumas mutações genéticas podem levar a alterações de componentes do sistema de coagulação que resultam em maior chance de coagulação do sangue no interior dos vasos sanguíneos: são as trombofilias hereditárias, que devem ser pesquisadas em casos de abortamentos de repetição. Como exemplos deste tipo de situação, temos as mutações do gene da protrombina, do fator V de Leiden, de gene da metileno-tetrahidrofolato redutase, etc. O tratamento também é baseado na utilização de drogas anti-coagulantes.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>Como podemos perceber, existem vários distúrbios imunológicos que podem prejudicar o desenvolvimento adequado de uma gestação. Sabemos hoje que muitos casos de infertilidade anteriormente classificados como esterilidade (ou infertilidade) sem causa aparente (ESCA) se devem, na verdade, a distúrbios imunológicos para os quais existe tratamento. Não se admite mais, atualmente, que seja dado um diagnóstico de ESCA sem que seja realizada uma avaliação imunológica detalhada. Distúrbios imunológicos podem responder não apenas por quadros de abortamentos de repetição, mas também de falhas repetidas de implantação dos embriões. Ou seja, mulheres que nunca engravidaram também são candidatas à investigação imunológica.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Autor:</strong> <em>Dr. Ricardo de Oliveira</em><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>O Laboratório RDO Diagnóstico, especialista em imunologia da infertilidade firmou uma sólida e confiável parceria com o Centro de Medicina Reprodutiva BIOS, oferecendo todo o seu parque tecnológico, para a realização dos mais rebuscados exames nesta área. Segue-se abaixo um protocolo de exames solicitados em casos de fertilização &#8220;in vitro&#8221; que não se consegue o sucesso após duas tentativas e nos casos de abortamentos de repetição.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Os exames imunológios solicitados são os seguintes:</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p>1. FAN;<br />
2. Anticoagulante lúpico;<br />
3. Anticardiolipina – IgG e IgM;<br />
4. Anticorpo antireoglobulina;<br />
5. Anticorpo antimicrossomal;<br />
6. Anti fosfatidilserina – IgG e IgM;<br />
7. Proteína C;<br />
8. Proteína S;<br />
9. Antitrombina III;<br />
10. Mutação do fator V de leiden;<br />
11. Mutação do gene da protrombina;<br />
12. Mutação da metilenotetrahidrofolatoredutase;<br />
13. Cross-matching;<br />
14. Subpopulacão linfocitária – CD3-/CD16+/CD56+;<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>O tratamento referente a estes achados é o que se segue abaixo:</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>FAN + </strong>: encaminhamento a um reumatologista antes da terapia.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Anticoagulante lúpico, anticardiolipina, antifosfatidilserina, principalmente se IgG positivo:</strong> durante o tratamento fazemos heparina de alto peso molecular 5.000 UI desde o início da terapia e mantemos até 48hs antes da punção, 24 hs após a punção reiniciamos a terapia com heparina e acrescentamos 100mg de ácido acetilsalicílico. Se engravidar manutenção da terapia. Também usamos a heparina de baixo peso molecular.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Anticorpo antitireoglobulina e antimicrossomal positivo:</strong> encaminhamento ao endocrinologista e sugestão de 20mg de prednisona durante a gravidez.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Proteína c, S, antitrombina III, Leiden, gene da protrombina e MTHFR positivo:</strong> durante o tratamento fazemos heparina de alto peso molecular 5.000 UI desde o início da terapia e mantemos até 48hs antes da punção, 24 hs após a punção reiniciamos a terapia com heparina e acrescentamos 100mg de ácido acetilsalicílico. Se engravidar manutenção da terapia. Também usamos a heparina de baixo peso molecular.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Cross-matching:</strong> se negativo fazemos duas a três vacinas com leucócitos paternos, nunca usamos de doadores, até positivas. Se em 6 meses não ocorrer gravidez repetimos a vacina ( 1 dose ) e fazemos novo cross-matching. Quando ocorre a gravidez repetimos mais duas vacinas. Se após três vacinas não conseguirmos positivar o teste fazemos imunoglobulina.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Subpopulação linfocitária +:</strong> fazemos imunoglobulina no 6o dia da indução e no dia da transferência dos embriões, se positivo, repetimos e fazemos uma nova dose quando da visualização dos batimentos cardíacos e a partir dai a cada 4 semanas até a 30 a semana.<br />
<strong></strong><br />
<strong></strong></p>
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